User Story
Necessidade de usuário com critérios de aceite.
Requiem · Hierarchy · Excellence · Maturity · Artifact
Engenharia formal de requisitos — hierarquia verificável, maturidade cumulativa, degradação temporal.
A fronteira entre intenção e especificação.
Todo artefato a é caracterizado por três coordenadas simultâneas. Nenhum eixo substitui os outros — qualidade é produto das três.
Maturidade cumulativa em cinco níveis discretos, de identificação a aprovação formal. Cada tier agrega os invariantes dos anteriores.
Coordenadas na hierarquia theme → epic → feature → story. Garante rastreabilidade ascendente e decomposição até a folha atômica.
Degradação temporal da confiança no artefato. Tempo erode verificação; requisitos envelhecem e exigem re-aprovação explícita.
Quatro níveis cumpridos pela totalidade dos artefatos. A definição de folha é sintática — não depende de interpretação humana.
Cada nível herda os invariantes dos anteriores. Promoção é explícita, responsabilizada e rastreável em metadados do próprio artefato.
Dois grupos em tensão produtiva — critérios de qualidade e estrutura do framework.
Um requisito que não pode ser verificado não é requisito — é intenção.
T3 implica T2 e T1. “T3 sem T2” é erro de classificação.
Link para ID inexistente é pior que ausência — cria falsa cobertura.
Frameworks que ignoram o tempo mentem. “Aprovado” não é permanente.
Bem organizado ≠ bem especificado.
RF T4 sem épico pai é instrução técnica sem propósito rastreável.
HU, RF, RN, RNF, UC, RR — nenhum tipo isento dos tiers.
tier, position e decay são ortogonais.
Se não é predicado verificável, não é critério do RHEMA.
Define critérios — não como o trabalho deve ser feito.
RHEMA não compete com frameworks estabelecidos — convive com eles. O que cada um cobre, onde deixa em aberto, e o que RHEMA adiciona.
Camada de síntese — adota o que cada um deixa em aberto, não pede que você abandone o que já usa.
Todos compartilham o mesmo frontmatter canônico. Cada tipo tem posição típica na hierarquia e critérios de tier específicos.
Necessidade de usuário com critérios de aceite.
Comportamento do sistema em resposta a entrada ou condição.
Restrição ou política do domínio, independente de implementação.
Qualidade transversal — performance, segurança, acessibilidade.
Sequência de interações ator ↔ sistema com fluxos alternativos.
Obrigação derivada de fonte normativa externa, com citação obrigatória.
Dois caminhos, mesma base canônica. O investimento em frontmatter permanece compatível se você migrar entre eles.
Apenas modelos e templates. Zero dependência técnica. Funciona em Confluence, Notion, Markdown versionado ou Jira.
O frontmatter canônico é compatível com qualquer ferramenta que aceite metadados estruturados.
Validação automatizada via rqm-validate, hooks de CI, relatórios de saúde de backlog, integração com SDD.
Promoção de tier bloqueada por invariantes não-satisfeitos; decay calculado automaticamente.
Spec pública, validadores opcionais, sem lock-in. Comece pela apresentação completa.